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non quod memini


Não que eu me importe, mas você parece meio distante de mim ultimamente. Sabe? Eu queria poder ter certeza de que continuamos os mesmos, com os mesmos sonhos, com os mesmos anseios e com as mesmas rosas na mão. Na verdade, eu queria poder te ver sentado no meu sofá, lendo mais uma vez os mesmos mangás repetidos de cinco ou seis anos atrás.  Você era mais bonito uma vez.
Não que eu me importe, é claro. Mas acredito que nós dois só damos certo juntos, exceto quando estamos juntos e ainda assim, separados. Como agora, sabe? Não vou dizer que estou triste, porque não estou, e nem que sinto saudades, porque não as sinto. Mas, é estranho…
Não que eu me importe, mas você costumava sorrir mais antigamente. Eu não digo que gosto do teu sorriso, mas acho bacana alguém que sorri além das adversidades. Bom, tu sabes, eu sei… tu sempre foi a melhor parte de mim. O que não quer dizer que eu te ame. Claro, eu nem tenho porque falar de amor.
Não que eu me importe, mas gostava de pensar que nós dois seríamos para sempre crianças e que a nossa convivência não mudaria, que você sempre choraria as pitangas comigo, que nunca iria trabalhar, que iria agir como um verdadeiro idiota perto de mim. Não que eu me importe, certamente, mas continuo achando estranho...
Não que eu me importe, mas sei que você sabe que eu nunca falo a verdade. No entanto, tenho esse meu plano obsessivo de viver na solidão e você foi a única pessoa que me fez repensar o caso. A única pessoa que me fez repensar sobre muitas coisas, a única pessoa que me fez ver o quão errada eu sou, fui e ainda serei. Isso não significa que você é importante, porque você sabe, eu não me importo.
Apesar de toda a minha frieza, das minhas falhas, e das minhas olheiras, eu ainda acredito que posso viver sozinha. Não que eu sinta sua falta, não que eu goste de você, não que você seja legal. Mas você é o cara… eu acho. E não, não se obtenha de suas coisas por mim. Não se importe, porque acredite, eu não me importo.

ridiculous and romantic


Computer games. Pizza. Movies. Books. Nothing surreal. Nothing out of the ordinary. Just another night. Just another day.
Sometimes he sleeps on the couch. He steals your hoodie. Buries himself between the cushions. Curls into a ball like a cat. He even purrs too. That's the part you always giggle about the most.
You lay awake most nights. Because you know you won't be on your own for long. You hear him creeping up the stairs. Creaking.
He tends to stand in the doorway a lot. Watching. Or trying to make his mind up. Whether he wants to be there or not.
This happens most occasions. But he's never once left without climbing into your bed.
He pretends to be cold. Shivering. In the middle of July.
Arms envelope themselves around your waist. You lean back against him. Aware your hair is tickling his nose.
He sneezes. Like a puppy. You bite your lip and giggle again.
He ignores you. His hands drift over your bare skin. Bare tummy. Bare chest.
Mouth against your shoulder.
You manouever a hand around yourself. Graze his lower stomach. You can tell he wants more. He always wants more.
He lets you know. When you tilt your head around to catch a glimpse of his heavy eyes and parted lips.
There's hesitation. Always. When he leans in. Leans in to press his wet lips against your own.
He stops. Looks. Watches you.
- Stopping. Looking. Hestitating.
He clears his throat. You think, maybe? Maybe this is the time he doesn't go through with it?
He's thinking too much.
Unsure. You're his friend. Friend. The Friend he sometimes likes to...ahh.
He's there again. And this time he's coming in...for sure. He's there..an inch away. A second from now...
That familiarity. His mouth against your own. A tongue slipping through the crease between your lips.
He sighs heavily. And he's resting on top of you now. Subconsciously you move against him. On your back.
Tongue. His tongue. There. Against yours. It's sweet and gifted and it makes the muscles in your tummy twitch and tumble.
Butterflies. In your chest. Not unfamiliar. This happens a lot.
His hands reach for your shorts. You follow the curves of his fingers with your own.
He breathes heavily against you. You feel his heart beating through his chest. Against your skin. It feels like your own.
It could be. His goose pimples feel like your own.
You feel him against your stomach. Telling you. Telling you that this is what he wants. As always. Hard.
He loses a hand inside your hair. Another hand pushing the cloth away from your legs. He's reaching for his own.
You jump slightly. His hand against you. Around you. Pressure. Gentle. Unsure hands. But not unfamiliar. He's done this before.
You mirror him. Place your hand against him. Around him. He purrs again.
This time it isn't so funny. He makes you growl. Low. Humming. As he traces a tongue against your stomach. Along a secret path.
A secret only you and he share.
He's tantalising. Erotic. Your best friend. When he climbs into your bed and touches you like that. It's becoming routine.
Something you'd like to stay that way.
Especially when he licks you like that. Like he's thirsty for you. Like he aches for you. All alone on that couch. Touching himself and thinking of you.

You digress...
He wipes his mouth with the back of his hand. Leans forward and thrusts his tongue back into your mouth. He likes you to taste it.
You're spent and you're tired but those lips and his dirty sweet words keep you from collapsing against the bedsheets.
He's on his back already. Stroking his stomach and looking down. Looking back up at you. Sending you messages. With his innocent fuck-me eyes.
He needn't bother. Your hand is already there. Fingers. Followed by a mouth.
Familiar. Bitter sweet. You've tasted him before. Swallowed.
He succumbs to your mouth. Pushing himself up against you. He isn't as patient as you. Nor as subtle. He's shameless and he doesn't care.
How many times he thrusts against you. You lose count. But your hands against his hips. Pushing him down.
He's noisy and his toes curl beside your head. He flinches. Contracts. Twitches. Clasps a hand over his mouth.
He tastes the same as last time. Always. Warm.
He shivers now. For real. You rest your head against his tummy. He places a hand against your head. Damp.
You know he'll still be there in the morning. Stroking fingers along your spine. Pressing lips against the curve of your neck.
He'll drag you out of bed. Throw clothes at you and you follow him to the kitchen. He kicks a ball around. Complains.
He plays computer games. Eats pizza. Watches a movie or two.
You sit and observe. And wonder if always will be always.

Mais de mim


A minha vida se desfigura lentamente, e o tempo todo, mas de uma forma positiva. Há um tempo eu conseguia manter certo controle sobre algumas coisas, fingia que tudo ia bem, guardava rancores e destilava alegria. Mas a nebulosidade desapareceu e agora consigo visualizar diversas pessoas, sob diversas formas, de vários aspectos, e entender a minha desforma. As lições que tenho aprendido: ainda tenho muitas lições a aprender a meu respeito.

Eu garanto que minha cara não é malevolência. Eu posso parecer rebelde, mas não sou. Apenas exijo a honestidade. Tenho sangue revolucionário, mas não participo de movimentos. A mais valente contradição é que admito que tenho preguiça disso. Ok, sou preguiçosa até mesmo com aquilo que me convém. Sabendo que coisa boa não é, eu não mudo porque não consigo, porque querer, até quero.
Eu sou desapegada. Sim, minha necessidade de desapego se afina com a necessidade de apego alheia. É isso o que rola! Apesar de que, meu coração mesmo sendo uma rocha seca de pó e areia, contrapõe o que eu quero vez e outra. Ah, eu também sinto. Apesar da minha frieza e vilania, sei amar também. E de verdade, eu preferia não saber. No entanto, aprendi a amar menos. O que foi uma pena! E aprendi a ser mais cínica com a vida, que também foi uma pena. Mas necessário. Viver sempre boba e perdida teria sido fatal!
Fiz um juramento de viver de solidão, de não atar minhas mãos a ninguém, contudo, vem sentimento toda hora me pedindo para repassar meus passos. Pra refazer minhas escolhas! E como? Como que eu peço pra minha vida começar de novo e me dá coisas das quais eu me neguei. Desculpa, sou infame mesmo, tenho um pensamento ignorante sobre algumas coisas, uma delas é que eu nasci de uma forma e morrerei tragicamente. Se é verdade eu não sei, faz tempo que parei de me preocupar com a verdade, o que me fizer bem, está ótimo!
Meu prazer só se amplia até tocar meu ego. Ninguém sabe nada sobre o que penso e com certeza ninguém está pronto para lidar com tudo de mim. Mas apesar de incerta, acerto às vezes e minha linha reta, apesar de tênue, existe.
Sou contraditória, desistente e chata. Muito chata! Exijo perfeição com as coisas que faço. Sempre fui assim, e morrerei assim. Por isso, tanto trabalho e dor de cabeça com coisas simples, que me envelheceram e me deixaram rabugenta. Eu sou rabugenta! Tenho distúrbios hormonais e me queixo deles, naturalmente.
Amadureço a cada dia. E, ainda que, eu seja estressada, e irritável posso ser divertida e interessante. Armo idéias o tempo todo, e gosto de ajudar, ser útil. Apesar de não me importar com o que pensam, eu ainda vivo de acordo com a sociedade - se é que temos uma –, mas não porque sou obrigada, mas porque vivo sem notar. Então…
Quando amo algo ou alguém, amo mesmo. Sobressai de mim e pinga por aí. Quantos pedaços meus estão pelo chão no momento? Odeio perder coisas ou pessoas! Odeio perder! Eu sou orgulhosa e venenosa. Sou víbora também. Mas, mesmo meio Medusa, tenho interesse passional na maioria das coisas.
O que faz de mim o que sou? A escrita. Eu amo escrever e escrevo muito. É o que me faz viva, e me conduz. Escrever liberta, ajuda a organizar pensamentos, sentimentos frustrações. Eu escrevo muito! Minha paixão pela literatura não tem tamanho, nem início e que dirá um fim. Morrerei com isso, com todas as certezas!
Eu sou uma pessoa completamente ligada a laços. Distante, sim. Mas eu tenho afeição tamanha por quem amo, e me prendo – mesmo que de longe -, a estas pessoas. Gosto das pessoas que gostam de mim como sou e que me suportam. Odeio interesse que alguns têm por mim. Superficial. Quando não tem sentimento, qualquer tentativa ao meu respeito é fracassada.
Eu sou estranha e sei que sou. Não consigo gostar das músicas de hoje em dia, muito menos dos costumes de hoje em dia. Tenho um sonho ímprobo de reencarnar na Antiga Grécia, ser um homem de preferência, e encontrar um belo mortal grego para casar comigo. Que tenha cabelos encaracolados, longos e que seja jovem, um rapaz de 30 anos menos que eu… sim, sou estranha.
Vida monótona e calma para mim não é enjoativa. Eu ainda acho interessante o antigo, o passado, o longe. Ouço as mesmas músicas de sempre, visto as mesmas roupas de sempre. Eu não me reciclo e não vejo necessidade disso. Acho que posso ser brega ou cafona, mas eu prefiro mesmo ser assim.
Odeio quando ofendem meus ídolos, e não admito isso na minha frente. Egoísta ou não, eu sou pobre em segurar o ego. Mesmo sendo autodestrutiva, eu me dou muito valor, talvez mais do que deveria. Ainda que eu aja como palhaça, às vezes…
Se eu mudaria? Não, nunca! Eu gosto de me escrever, como um conto do qual eu ainda não sei nem o prólogo. Em mim é tudo muito indisciplinado e quem sou eu para saber alguma coisa sobre mim?


Man of my stupid life, you are amazing... off course, you know that, but I have to say. I'm sorry for being here, but I really love you, and I'm happy for you. Thank you for everything. Maybe you don't know, but you save my life like anybody does. Thank you, I love you man, I love you

_

E aqueles cabelos compridos, tão lisos, acompanhavam a costeleta retangular afundada nas laterais do rosto. Ele lembra um pica-pau, que brinda o astro rei com tanta informalidade. Simples, pacato e milimetricamente bacana. Em contos de fadas, em tecidos, panos e penas, flores e plantas. Os olhos serenos, azuis, gigantes... ok, não tanto quanto o bico que bica na vida
Não foi guerreiro, mas foi guerra. Quanta coragem, que coração valente! Porém, humano. Ah, tantas dores. Pra que sorrir? Sorria pica-pau, do bem, da paz e do amor.




Ele, a humanidade perfeita e inabalável que todos adoravam louvar.

stop! tic-tac



Queria parar os ponteiros dos relógios no mundo inteiro, não por uma causa ecológica, sociológica, ideológica, meteorológica, seria uma causa bem egoísta. Reajustar toda a minha vida. Colocar em ordem o que está desorganizado, por fora de vez o que não serve, me livrar de "ransos" do passado que já não fazem sentido, limpar karmas e simplesmente parar por um instante.
Quando falo parar, não é dormir, descansar, tirar férias, é PARAR tudo.  Morrer por um minuto para voltar a viver por completo. Voltar a sentir gosto pelas coisas simples, a chorar por bobagens, reacreditar no amor, como um dia já acreditei. Fazer arte sem tanta autocrítica, pressão ou busca pela qualidade. Fazer arte apenas por fazer...
QUERIA TER O PODER DE PARAR OS PONTEIROS, AJUSTAR AS HORAS DA MINHA VIDA E REAPROVEITAR CADA SEGUNDO JOGADO FORA!!!!

to: my friend

Tudo passa… é, tudo passa. Mas o impressionante amor, continua soberano e mágico.
Para vós só o que tenho a dizer é que o amo incondicionalmente, e que depois de todos estes anos convosco sei que tudo valeu à pena. Nossas loucuras, brigas, algumas confidências, as molecadas na infância. Obrigada por estar sempre ao meu lado!
Eu irei protegê-lo sempre, meu rebelde. Morreria por vós sem pensar e sei que faria o mesmo por mim. Somos mais do que irmãos. Vós na verdade é minha vida!
Talvez nós sejamos mesmo diferentes e por isso tenhamos essa ligação magnética e impossivelmente incontrolável. Sei o quanto vós precisas de mim, sei também que preciso de vós, MY FRIEND! Sei que nós dois sempre seremos nós dois.
Quero que saibas que eu te amo, e que vós sois a única pessoa por quem eu me mataria, me renderia e faria qualquer porra nesta vida. Vós sois a pessoa, o cara que me faz ter certeza de que Deus existe. Foi Deus quem te colocou na minha vida, e eu agradeço todos os dias por isso.
Agradeço a vós, my friend, por simplesmente existir. Vós sempre ides ser a minha galera e nada nunca vai nos separar. Eu te amo de um amor sem passado, ou sequer futuro e é todo vosso o meu coração. Amigo…

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Faz tempo que algumas coisas estão fechadas a sete chaves, faz tempo que algumas sensações foram esquecidas, dessentidas, encerradas. A vida nos põe em provas tão estranhas, nos prega peças, no coloca em enrascadas... estou quase entrando numa, mas me esforçando ao máximo para padecer. Para fingir que não, não está acontecendo nada.
 
“TUDO QUE CHEGA, CHEGA SEMPRE POR ALGUMA RAZÃO”. 
(Fernando Pessoa)